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18/06/2026
O futuro do trade está menos na ativação e mais inteligência operacional
POR Eduardo Jaime - CEO da SA+ Trade
EM 18/06/2026

Foto: Adobe Stock
Durante muito tempo, o Trade foi valorizado pela capacidade de ativar, negociar, executar e garantir visibilidade. Tudo isso continua importante. Mas uma parte do futuro do Trade está em outro lugar. Está na inteligência operacional.
Isso porque, em um cenário cada vez mais pressionado por margem, eficiência e produtividade, só ativar já não basta. É preciso entender onde ativar, quando ativar, para quem ativar e qual resultado aquela ativação precisa gerar.
O NovoTrade não pode ser apenas um executor de ações. Precisa ser um integrador de informações. Conectar dados de shopper, abastecimento, sortimento, execução, logística e sellout para transformar decisões em resultado.
A pergunta deixou de ser: "Qual ação vamos fazer?" E passou a ser: "Qual problema do negócio precisamos resolver?"
É por isso que o Trade está ocupando um espaço cada vez mais estratégico dentro das organizações, com menos foco em atividade e mais em inteligência; com menos volume de iniciativas e mais precisão na tomada de decisão.
O futuro do Trade não está apenas em fazer mais. Mas em fazer melhor, com mais contexto, mais dados e mais impacto para varejo, indústria e shopper.
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