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Varejo perde até 20% das vendas de produtos de alto giro — e o OSA Neogrid revela as causas

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PATROCINADO POR Neogrid

EM 14/07/2026

Adobe Stock



Em um cenário de consumo mais pressionado e menos tolerante a falhas, garantir o abastecimento – e, especialmente, a disponibilidade - deixou de ser um diferencial operacional e passou a ser determinante para transformar intenção de compra em venda e proteger receita. É nesse contexto que o On-Shelf Availability (OSA), indicador que mede a disponibilidade real do item para o consumidor na gôndola, ganha protagonismo na gestão do varejo e da indústria.

 

Esse avanço também reflete uma mudança mais ampla na forma como varejo e indústria gerenciam suas operações, colocando o domínio do abastecimento no centro da estratégia — movimento impulsionado pela evolução de soluções como o NeoRetail e o NeoRetail Ops, da Neogrid, que ampliam a capacidade de transformar dados em decisão e execução no ponto de venda.

 

Dados analisados pela Neogrid mostram que categorias de alto giro operam com níveis próximos de 80% de OSA – ou seja, cerca de 20% de indisponibilidade em gôndola -, indicando que ainda existe uma oportunidade relevante de capturar demanda no ponto de venda: quando o produto não está disponível no momento da compra, parte dessa intenção pode não se converter em venda. Mais do que um indicador operacional, o OSA revela um desafio direto de negócio: transformar planejamento e abastecimento em disponibilidade efetiva, recuperando oportunidades de receita, protegendo margem e aumentando a eficiência da execução no ponto de venda.

 

Consumidor mais sensível aumenta impacto da indisponibilidade

O impacto da baixa disponibilidade se intensifica em um cenário de consumo pressionado. Em 2026, 76% dos consumidores afirmam que pretendem reduzir gastos e 71% estão mais sensíveis a preço, o que diminui a tolerância a falhas de abastecimento.

Esse contexto se intensifica em um ano atípico, marcado por eventos sazonais como Copa do Mundo, eleições, maior concentração de feriados, além de fatores como clima e influência de redes sociais, que fragmentam o consumo e tornam a demanda mais irregular, volátil e difícil de prever.

 

Em períodos como esses, a indisponibilidade se torna ainda mais visível: segundo pesquisa Neogrid + Opinion Box, quase 40% dos consumidores afirmam perceber falta de produtos em momentos de maior movimento no varejo.Ainda de acordo com o estudo, quando o produto não está disponível, a reação pode acontecer rapidamente: 37% dos consumidores afirmam trocar de marca e 33% mudar de loja. Isso mostra que a indisponibilidade não representa apenas uma venda pontual perdida, mas pode impactar relacionamento, preferência e participação de mercado.

 

Nesse contexto, o OSA passa a refletir não apenas a eficiência operacional, mas a capacidade do negócio de converter intenção de compra em venda e preservar a relação com o consumidor. Por isso, operar apenas com base em histórico já não é suficiente. A cadeia precisa integrar dados de demanda, estoque e execução em alta frequência e com granularidade para responder rapidamente às mudanças e tomar decisões mais precisas.

 

Disponibilidade vai além da ruptura e revela oportunidades de execução

 

A leitura do OSA também amplia o conceito tradicional de ruptura – quando há ausência física do produto nos CDs e lojas. O indicador, que é essencial para garantir o abastecimento, também mantém níveis críticos quando comparados com o bench, de xx%. Em 2026, a média de ruptura de estoque no mercado é de xx%. A questão é que nem toda indisponibilidade está relacionada à falta física de estoque. Em muitos casos, o produto existe na cadeia, mas não está acessível ao consumidor — seja por falhas de reposição, exposição inadequada, problemas de execução ou inconsistências no ponto de venda.

 

A indisponibilidade pode ser consequência tanto de uma ruptura por estoque — quando há ausência física do produto — quanto de uma ruptura operacional, quando o item está disponível em depósito, mas não chega de forma adequada ao shopper.



“Diversos fatores podem levar a essas situações e interromper o giro dos produtos, como exposição inadequada, mau posicionamento, preço incorreto ou falhas na execução no ponto de venda — desde exposição e precificação até reposição e posicionamento”, explica Leandro Murta, diretor da unidade de negócios de inteligência colaborativa da Neogrid.

Esse olhar reforça que melhorar disponibilidade exige mais do que acompanhar estoque: é preciso conectar dados, identificar causas e direcionar ações de execução. Com isso, o OSA deixa de ser apenas uma métrica de disponibilidade e passa a indicar onde a operação precisa agir para melhorar a experiência de compra.

 

“A Neogrid conecta dados e inteligência para ajudar varejo e indústria a lidar com a indisponibilidade dos produtos, garantindo que o item certo esteja disponível, no lugar certo, com a execução adequada para o consumidor”, ressalta Murta.


Cadeia desconectada mantém ruptura e excesso ao mesmo tempo

 

Para a Neogrid, o principal desafio não está apenas em medir o OSA, mas em transformar essa informação em ação.

 

Hoje, muitas operações ainda funcionam com decisões pouco conectadas entre indústria, varejo e distribuição. Mesmo com dados disponíveis, a falta de integração entre os elos dificulta respostas rápidas e coordenadas. A construção de uma cadeia mais conectada começa pela troca estruturada de informações entre parceiros, viabilizada por modelos de conectividade como EDI, que ampliam visibilidade e criam uma base mais confiável para a tomada de decisão.

 

Essa desconexão também limita a eficiência de processos essenciais da cadeia, como planejamento da demanda, reposição e distribuição. Quando essas etapas operam de forma integrada, torna-se mais fácil antecipar necessidades, reduzir desequilíbrios de estoque e sustentar níveis mais elevados de disponibilidade no ponto de venda.

 

O resultado é um paradoxo conhecido: enquanto parte da demanda não é atendida, estoques permanecem elevados e com baixa movimentação. A cadeia perde eficiência ao manter capital parado em alguns pontos enquanto deixa oportunidades de venda escaparem em outros.

 

Quando as cadeias passam a operar de forma conectada, com dados compartilhados e visibilidade entre os elos, cria-se a base necessária para sustentar o abastecimento e garantir a disponibilidade de forma consistente. O ganho real de performance, no entanto, vem com a evolução para uma cadeia sincronizada, em que decisões deixam de ser isoladas e passam a ser coordenadas de ponta a ponta, com base na demanda real.

 

“O desafio não está apenas em ter dados, mas em garantir que eles se convertam em decisões e execução ao longo de toda a cadeia, elevando a disponibilidade no ponto de venda”, afirma Christiane Cruz Citrângulo, diretora executiva de Supply Chain da Neogrid.

 

Esse modelo, viabilizado por soluções que integram dados, automatizam decisões e conectam planejamento, abastecimento e execução, permite reduzir ruptura e excesso ao mesmo tempo, sustentando níveis mais elevados de OSA.

 

Transformar OSA em decisão é o que diferencia performance

 

A evolução do OSA passa por deixá-lo de ser apenas uma métrica de acompanhamento e transformá-lo em um direcionador de decisão. Isso exige integrar dados de demanda, estoque e execução em uma visão única, capaz de orientar ações ao longo de toda a cadeia.

 

Essa visão permite identificar desvios com antecedência e atuar sobre processos que impactam diretamente o abastecimento, desde o planejamento e a reposição até a chegada do produto ao ponto de venda.

 

Na prática, isso exige ir além do acompanhamento e construir uma operação baseada em visibilidade compartilhada entre indústria e varejo, alinhamento de métricas e capacidade de aprofundar a análise até as causas operacionais da indisponibilidade.

 

Esse modelo depende de dados atualizados com alta frequência e granularidade suficiente para permitir decisões no nível mais crítico da operação — como item e loja — garantindo maior precisão no abastecimento e na execução no ponto de venda.

Com dados compartilhados e visibilidade entre os elos, as empresas podem evoluir para modelos colaborativos de abastecimento, apoiados por práticas como VMI e DRP, que sincronizam reposição, distribuição e níveis de estoque de acordo com a demanda real.

 

Nesse contexto, a gestão do abastecimento deixa de ser reativa e passa a ser orientada pela demanda real. Isso significa evoluir de operações fragmentadas para modelos conectados e, principalmente, sincronizados, nos quais decisões de reposição, distribuição e execução são coordenadas de ponta a ponta.

 

Execução no ponto de venda se torna diferencial competitivo

 

Para transformar o OSA em resultado, a execução precisa acompanhar a decisão. Segundo Christiane, o ganho está na capacidade de melhorar o abastecimento e garantir que as decisões de reposição se convertam em disponibilidade real no ponto de venda.

 

“Muito se fala sobre IA, automação, tecnologias futuristas, mas a gestão do abastecimento requer eficiência operacional no presente. É garantir que a decisão certa seja tomada no tempo certo, elevando a disponibilidade e permitindo que as equipes deixem de atuar apenas de forma reativa para trabalhar de forma mais estratégica e colaborativa”, explica.

 

Esse modelo permite reduzir simultaneamente indisponibilidade e excesso, aumentando nível de serviço, giro e conversão.

 

No fim, OSA traduz a capacidade real de vender – e é um indicador importante para varejo e indústria terem o domínio do abastecimento

 

O OSA sintetiza o que realmente importa: a capacidade de transformar planejamento em disponibilidade efetiva para o consumidor. Mais do que um indicador isolado, ele funciona como um ponto de diagnóstico para entender onde a operação perde eficiência — seja por falhas de previsão, desalinhamento entre os elos da cadeia ou problemas de execução no ponto de venda.

 

Por isso, elevar o OSA exige olhar além da disponibilidade e avançar para o domínio do abastecimento como um sistema integrado.

 

Esse domínio passa por combinar visibilidade unificada entre indústria e varejo, alinhamento de métricas, capacidade de aprofundar a análise até as causas operacionais e uso de dados atualizados com alta frequência e granularidade suficiente para orientar decisões no nível de item e loja.

 

É nesse contexto que a Neogrid apresenta a evolução do NeoRetail, reforçando a plataforma como uma solução de inteligência de abastecimento capaz de transformar dados diários de sell out e estoque em direcionamento claro de ação — indicando onde estão as principais perdas e onde atuar primeiro para recuperar vendas no ponto de venda.

 

Integrado ao NeoRetail Ops, esse modelo amplia a capacidade de execução ao conectar diagnóstico, decisão e atuação de ponta a ponta, permitindo que indústria e varejo ajam de forma coordenada sobre rupturas, excesso de estoque e falhas de execução, com foco direto em impacto de negócio.

 

É essa base que permite transformar dados em execução e sustentar uma operação mais precisa e responsiva, conectando planejamento, reposição e performance no ponto de venda.

 

Nesse contexto, sustentar níveis elevados de OSA deixa de ser apenas um objetivo operacional e passa a ser consequência de uma gestão mais madura do abastecimento — viabilizada por soluções que integram dados, sincronizam decisões e garantem execução consistente ao longo de toda a cadeia.





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