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28/04/2026
Comércio digital está entrando em uma nova etapa: entenda como se preparar
POR Reportagem SA+ Conteúdo
EM 28/04/2026

Foto: Divulgação
Adaptar-se em tempo real ao comportamento do consumidor, ao contexto da compra e à intenção dele ao acessar a loja digital é essencial para não perder dinheiro e relevância. Essa é a opinião da FCamara, empresa que atua como um ecossistema de tecnologia.
Alexsandro Monteiro, diretor executivo de retail da empresa, alerta para a ascensão do “e-commerce dinâmico”, modelo que abandona as experiências de navegação genéricas em prol das chamadas “vitrines vivas”, que se
moldam instantaneamente aos desejos de quem navega.
Essa customização pode ser um grande diferencial para os varejistas que atuam na venda online. Segundo dados levantados pela McKinsey, empresas que lideram a adoção de personalização em seus canais geram 40% mais receita a partir dessas ações do que seus concorrentes.
Outro dado importante é que, de acordo com a Salesforce, agentes e assistentes de IA foram determinantes na temporada de Festas em 2025, influenciando diretamente US$ 262 bilhões em vendas globais.
"No e-commerce dinâmico, a página inicial de um jovem gamer apaixonado por tecnologia é completamente diferente daquela exibida para uma mãe buscando eletrodomésticos, mesmo que ambos entrem no mesmo site, no mesmo milissegundo. O preço, o estoque, a vitrine e a busca respondem ao contexto daquele usuário", afirma Monteiro.
Para viabilizar a hiperpersonalização sem comprometer a performance, que vem da fragmentação de dados, uma alternativa é a arquitetura composable. Ela funciona como um sistema operacional modular para o varejo, permitindo a modernização da infraestrutura sem a necessidade de paralisar a operação legada.
Essa abordagem técnica garante:
- Agilidade operacional: um aumento de até 80% na velocidade de implementação de novas funções, conforme projeta o Gartner.
- Estabilidade técnica: Proteção contra quedas em datas críticas, como a Black Friday, sem interromper a operação atual.
- Gestão inteligente: A orquestração da complexidade técnica para focar na estratégia de crescimento.
Para o executivo, o futuro do setor reside nessa "engenharia invisível", onde a robustez dos bastidores se traduz em uma jornada de compra fluida e preditiva para o consumidor.
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