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Endividamento Crítico: 24% das empresas brasileiras não geram caixa para pagar juros

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 18/03/2026

Falta de fluxo de caixa em supermercados

Foto: Adobe Stok


Levantamento da consultoria RK Partners revela um cenário alarmante para a saúde financeira do setor corporativo no Brasil: quase uma em cada quatro companhias abertas (24%) não consegue gerar caixa suficiente sequer para cobrir as despesas com juros de suas dívidas.


O estudo, que analisou 282 empresas listadas na Bolsa, aponta que o atual patamar da taxa Selic (em 15%) é o principal vilão, encarecendo o crédito e comprimindo as margens operacionais de diversos setores, inclusive o varejo.


Principais Pontos de Atenção para o Varejista:


Pico de Recuperações: A média de empresas de grande porte que recorrem a recuperações judiciais ou extrajudiciais saltou de 25 por trimestre (até 2022) para 50 no patamar atual.
Alavancagem Insustentável: Em muitos casos, a dívida líquida chega a ser seis vezes maior que o lucro operacional (Ebitda), tornando a reestruturação de capital uma medida urgente para a sobrevivência do negócio.
Inadimplência Recorde: O número de empresas com dívidas negativadas atingiu a marca histórica de 8,9 milhões, refletindo a dificuldade de girar o caixa em um ambiente de juros altos e consumo pressionado.
Expectativa de Alívio: Embora o mercado projete o início de um ciclo de queda da Selic (estimada em 12% até o final do ano), os especialistas alertam que o "balanço machucado" exigirá um esforço rigoroso de governança e eficiência operacional nos próximos meses.


O que observar agora?


A eficiência na gestão de estoque e a otimização do capital de giro tornam-se diferenciais competitivos cruciais. Para o setor de varejo alimentar, o foco deve ser a manutenção da liquidez e a renegociação estratégica de prazos com fornecedores para mitigar os efeitos do custo financeiro elevado.


Fonte: Estadão

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TAGS:Endividamento,Fluxo de Caixa,Saúde financeira
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