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10/04/2026

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Na contramão do varejo alimentar, um formato registra queda no faturamento no início de 2026

POR Barbara Fernandes

EM 10/04/2026

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Foto: Adobe Stock


O varejo alimentar começou 2026 com crescimento moderado e pressão sobre o consumo em volume. No 1º trimestre, o faturamento avançou 1,4%, impulsionado principalmente pela alta de 3,6% no preço médio, enquanto o volume das vendas caiu 2,1%, segundo dados da Scanntech.

 

Na contramão dos demais formatos, o atacarejo foi o único a registrar retração em valor, com queda de aproximadamente -1% no faturamento. Em volume, o recuo foi ainda mais expressivo, próximo de -4%, reforçando a perda de tração do canal após anos de forte expansão impulsionada pela busca por economia e compras de abastecimento.

 

Um dos fatores que explicam a queda em valor das vendas é o avanço mais contido dos preços no formato. Enquanto supermercados de 1 a 4 checkouts registraram aumento médio de 4,4% nos preços no trimestre, os atacarejos tiveram alta de 2,9%, o que limitou o crescimento nominal do faturamento mesmo em um cenário ainda marcado por inflação.

 

Apesar da desaceleração recente, o atacarejo mantém relevância estrutural no varejo alimentar brasileiro. Segundo o ranking da ABAAS, as 10 maiores empresas que operam o formato somaram um faturamento de R$ 360 bi em 2025, o equivalente a 52% das vendas totais do varejo alimentar*.

 

A ABAAS também revela que 72% dos lares brasileiros realizam compras em atacarejos, reforçando a capilaridade e o papel do canal como destino recorrente para as compras. 

 

Após cerca de seis anos de seu boom, o atacarejo entra em uma fase de maturidade, na qual a competitividade passa menos pela expansão acelerada de lojas e mais pela capacidade de equilibrar preço, sortimento e experiência de compra.

 

Mesmo com retração pontual em valor e volume neste 1º trimestre, a elevada penetração nos lares e a participação majoritária no faturamento do setor mostram que o formato segue central na estratégia da indústria e do varejo alimentar, mas com desafios maiores para sustentar crescimento acima da média ao longo do ano.

* O dado não expressa somente as bandeiras de atacarejo, uma vez que algumas companhias compartilharam seu faturamento total, incluindo as operações de varejo. 



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TAGS:Análise,Atacarejo, Scanntech,ABAAS
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