30/04/2026
Norte e Sudeste sustentam as vendas em volume do varejo alimentar no 1T26
POR Reportagem SA+ Conteúdo
EM 30/04/2026

Foto: Divulgação
O varejo alimentar continua enfrentando desafios nas vendas em volume dos alimentos e bebidas. No 1º trimestre de 2026, esse fator se manteve semelhante ao do ano anterior. As principais regiões que impactaram esse percentual negativamente foram o Centro-Oeste (-5,6%), Sul (-1,7%) e Nordeste (-1%). Por outro lado, o Norte e o Sudeste apresentaram avanços de 4,6% e 1,7%, respectivamente.
Os dados são da Mtrix e também mostram uma evolução de quase 7% nas vendas em valor, impulsionada principalmente pelo aumento de 6,7% no preço médio dos itens.
Assim como nas vendas em volume, o Norte apresentou a maior evolução nas vendas em valor, com 11,7%. O Sudeste também se destacou entre as regiões com aumento de 8,3%. Em seguida aparecem a região Sul, com 5,7% e o Nordeste, com 4,8%, enquanto o Centro-Oeste apresentou o menor índice, com 2,3%.
O avanço no faturamento das regiões que apresentaram queda no volume das vendas (Centro-Oeste, Sul e Nordeste), se sustentou principalmente por conta do aumento nos preços. Para se ter uma ideia, o Centro-Oeste teve uma alta de 8,3% no preço.
Em relação à expansão o setor manteve um crescimento contido, com aumento de apenas 0,3%. Enquanto o 1T25 contabilizava 316.694 estabelecimentos, o levantamento atual aponta um total de 317.655 unidades em operação, apenas 961 unidades a mais.
Itens de cuidados pessoais e com o lar sobem em volume no varejo alimentar
Ao contrário da categoria de alimentos e bebidas, o setor de cuidados pessoais e com o lar teve alta de quase 4% nas vendas em volume. Os maiores destaques foram o Norte (10,4%), Centro-Oeste (8,1%) e Sudeste (6,1%), com avanços superiores ao da média nacional.
O Nordeste também saiu com saldo positivo nesse sentindo, com aumento de 1,8%. A única região com queda nas vendas em volume foi o Sul, que apresentou redução de -4,2%.
O mesmo se repetiu nas vendas em valor, o Sul foi a única região com um percentual negativo (-3,4%), e mais uma vez o Norte e Centro-Oeste apresentaram os maiores avanços com 7% e 8,4%, respectivamente.
Em relação o preço médio, as únicas regiões com queda foram o Norte e o Sudeste, que não sofreram impacto significativo no faturamento devido a alta no volume das vendas.
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