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NRF 2026 confirma protagonismo da IA — e o varejo brasileiro já colhe resultados concretos

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PATROCINADO POR Scanntech

EM 05/03/2026

Benny Szylkowski, presidente global do varejo e cofundador


Na NRF 2026, realizada em Nova York, a IA dominou o discurso dos principais executivos do setor. O tema deixou de ser apresentado como tendência e passou a ser tratado como um elemento estrutural para ganho de produtividade. No Brasil, boa parte do varejo já vive essa transição com intensidade maior do que a média global, apoiada pela Scanntech, com soluções de análise e automação que se consolidaram nos últimos anos. A adoção acelerada de ferramentas avançadas tem reposicionado empresas e impulsionado indicadores de margem e eficiência operacional.


A Scanntech já processa R$ 1,1 trilhão em sell-out por ano e atende 470 das 500 maiores redes do canal alimentar. A companhia ampliou seu portfólio de plataformas e hoje atua desde a organização de dados desestruturados até a recomendação de ações táticas para lojas.


Segundo Benny Szylkowski (foto), presidente global do varejo e cofundador da empresa “A eficiência no varejo acontece quando o cliente sai satisfeito e o EBITDA também. Isso exige decisões embasadas, não percepções. A tecnologia permite isso ao transformar grandes volumes de dados em direcionamentos claros”, afirma.


O processamento desses dados alimenta plataformas de precificação, recomendação de mix, previsão de estoque e gestão de ruptura, gestão de promoções e ativações em CRM. Apesar da complexidade interna, o objetivo é entregar ao varejista informações tratadas e acionáveis.


Redes que utilizam de forma consistente essas ferramentas registram crescimento até 2,5 vezes superior ao de concorrentes que não operam sobre a mesma base tecnológica. O movimento, segundo especialistas consultados no evento, indica uma inflexão importante: a vantagem competitiva sai do campo “operacional” e passa a integrar o “estratégico”.


Ronaldo Gadelha, vice-presidente de varejo da Scanntech, reforça o caráter acumulativo desse tipo de adoção:


“Não se trata apenas de vender mais, mas de vender melhor: melhorar margem, otimizar o mix e aprimorar a experiência do consumidor. A soma de pequenos ajustes em áreas diferentes tem impacto direto no EBITDA.”


Casos recentes mostram como redes têm usado IA e dados para resolver gargalos históricos do varejo


PRECIFICAÇÃO — Ajustes finos geram aumento de margem


Uma rede supermercadista identificou, por meio da plataforma de Pricing, que produtos das curvas B e C apresentavam preços abaixo de sua estratégia. Como análises manuais não alcançam esse volume de itens, a tecnologia permitiu ajustes mais amplos e precisos. O resultado foi um avanço de 0,6 ponto percentual no lucro da última linha.


SORTIMENTO — Revisão revela oportunidades escondidas


A mesma rede revisou o sortimento de biscoitos. As ferramentas apontaram que 88 SKUs relevantes na região não estavam à venda, o que representava R$ 16 milhões em oportunidades. A inclusão dos itens gerou 0,2 ponto percentual adicional no lucro da categoria.


OPERAÇÕES — Ruptura controlada e aumento de vendas


Com a plataforma Scann&OP, a rede corrigiu uma ruptura de guloseimas que estava 50% acima do mercado. Também reduziu o índice de produtos sem venda nos últimos 15 dias. Após as ações orientadas pelo aplicativo, a ruptura ficou abaixo da média do setor, e as vendas cresceram 4%, enquanto o mercado avançou 2%. Houve ainda um novo ganho de 0,2 ponto percentual no lucro.


Embora esses exemplos sejam de áreas distintas, o ponto de convergência é claro: a combinação de dados estruturados, inteligência artificial e execução guiada tem alterado a forma como redes decidem, reagem e escalam.


Com apenas três de suas quinze plataformas, a Scanntech ajudou a rede analisada a elevar margem, recuperar competitividade e acelerar vendas.


Mais do que uma disputa tecnológica, especialistas avaliam que o varejo entra em uma fase em que eficiência, agilidade e precisão tornam-se pilares de sobrevivência. A capacidade de transformar dados em decisões práticas parece definir não apenas quem cresce — mas quem permanece relevante nos próximos anos.


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TAGS:Scanntech, Inteligência Artificial,Tendências do Varejo
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