Varejo alimentar ocupa o 2º lugar no ranking de pedidos de recuperação judicialSA+ Ecossistema de Varejo

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Oba Hortifruti adquire 5ª unidade do Natural da Terra

11/10/2026

NEWSLETTER

Varejo alimentar ocupa o 2º lugar no ranking de pedidos de recuperação judicialSA+ Ecossistema de Varejo


SA+

SA+ Aconselhamento

SA+ Educação

SA+ Trade

SA+ Internacional

SA+ Tech

SA+ Relacionamento

SA+ Conteúdo

SA+ Inteligência

SA+ Branded Content

Voltar para a página inicial

Home

Acesse todas as notícias

Notícias

Navegue pelas categorias do Solução Sortimento

Solução Sortimento

Acesse nossa seção Prateleira

Prateleiras

Navegue por todas as edições

Revistas

PesquisaMonitor RGF Recuperação judicialSt Marche

Varejo alimentar ocupa o 2º lugar no ranking de pedidos de recuperação judicial

POR Reportagem SA+ Conteúdo

Publicado em:

Mais da metade dos varejos inaugurados na última década foram fechados

Foto: Adobe Stock

 

Os supermercados e hipermercados ocupam o 2º lugar no ranking de pedidos de recuperação judicial do varejo. Ao todo, o setor entrou com 368 pedidos entre o 2º trimestre de 2023 e o 4º trimestre de 2024, ficando atrás apenas dos postos de gasolina. 

 

Os dados pertencem ao Monitor RGF e consideram os pedidos aceitos pela Justiça, e demonstram também um aumento significativo dos pedidos dos supermercados e hipermercados no último semestre de 2024. 

 

Para se ter uma ideia, no 3º trimestre de 2024 houve um aumento de 34,78% em relação ao mesmo período de 2023, indo de 46 para 62. Já no 4º trimestre o aumento foi de 32,65% vs o 4T23, indo de 49 para 65.

 

Diferente do que ocorre com outros segmentos, como o de eletrônicos, o motivo por esse aumento no varejo alimentar não é impactado pelo avanço dos marketplaces como Mercado Livre e Amazon. Esses, inclusive, ainda representam um percentual pequeno para o varejo alimentar. 

 

Para os especialistas, um dos principais fatores que afetam o varejo alimentar é a pressão do orçamento familiar, diversidade de formatos e mudanças nos hábitos do consumidor. 

 

Um dos varejistas que recentemente entrou com um pedido de tutela judicial foi St Marché, cujas dívidas somam R$ 639 milhões. O cenário que afeta a empresa é similar ao que levou o Dia, que tinha uma dívida de R$ 1 bilhão, ao pedido de recuperação judicial. Isso levou o grupo espanhol que detinha a empresa no Brasil a vender seu capital no País para a MAM Asset Management.

 

No geral, a indicação é que as empresas do setor tenham dívidas que sejam, no máximo, três vezes a margem Ebitda. Contudo, isso não têm ocorrido para alguns varejistas alimentares, incluindo o St Marché.

Fonte: Estadão

COMPARTILHAR
TAGS:Pesquisa,Monitor RGF, Recuperação judicial,St Marche
COMPARTILHAR:

Ícone Notícias relacionadas

Fachada do Hortifruti Natural da TerraAmericanas

Oba Hortifruti adquire 5ª unidade do Natural da Terra

Geração Z não escolhe supermercado só pelo preçoTCC Loyalty Monitor

71% da Geração Z trocaria de supermercado em busca por um programa de fidelidade melhor

Pão de Açúcar - GPAGestão e negócios

Luz verde na reestruturação: GPA homologa recuperação extrajudicial e alivia dívida de R$ 4,5 bi

Um idoso segurando uma garrafa de leiteComportamento do Consumidor

Idosos puxam queda no volume dos supermercados devido a alta nos preços

Comentários

Ícone Envie seu comentário

Ícone Siga-nos

Logo SACONTATO@SAMAIS.COM.BR
instagramfacebook4linkedin
Logo Cinva

© Somos uma marca do CINVA (CENTRO DE INTELIGENCIA E NEGOCIOS DO VAREJO - CINVA LTDA). © 2023 SA+ Ecossistema de Varejo. Todos os direitos Reservados