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3 estratégias para reduzir perdas e proteger as margens no varejo alimentar

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 29/07/2026

Prateleiras vazias

Foto: Adobe Stock


Com margens pressionadas, consumidores mais atentos a preços e sustentabilidade e a busca constante por eficiência operacional, o varejo alimentar tem acelerado investimentos para reduzir perdas e aumentar a rentabilidade. Apesar da desaceleração do consumo em alguns segmentos, o setor movimentou 9,02% do PIB brasileiro em 2025.

 

As perdas, no entanto, seguem como um desafio. Em 2025, o índice médio do varejo alimentar foi de 1,82%. Para lidar com esse problema é indicado uso de tecnologia, inteligência de dados e modelos de redistribuição de alimentos.

 

Alcione Pereira, CEO da Connecting Food, destaca 3 estratégias principais:

 

Gestão inteligente de estoque e previsão de demanda:

 

O uso de inteligência artificial e analytics permite prever o consumo, ajustar compras e evitar superestoques, principalmente de perecíveis. A combinação de dados históricos, sazonalidade e comportamento regional ajuda a reduzir perdas. Redes como o Walmart já utilizam esse modelo.

 

Conexões estruturadas para redistribuição de alimentos:

 

As grandes redes têm estruturado parcerias, para dar um destino melhor para os alimentos fora do padrão comercial, mas ainda próprios para consumo. A redistribuição deixa de ser uma ação pontual e passa a integrar a operação das redes.

 

Economia circular:

 

Além da redistribuição, é necessário investir no reaproveitamento de produtos sem valor comercial, compostagem e gestão dos excedentes. Tecnologias que monitoram esses volumes em tempo real ajudam a definir o melhor destino para cada produto, reduzindo custos e impactos ambientais.

 

Segundo Alcione, com consumidores mais exigentes e maior pressão por sustentabilidade, a redução do desperdício deve se consolidar como um dos principais pilares de competitividade do varejo alimentar em 2026.



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TAGS:Varejo, Prevenção de Perdas, Inteligência Artificial, Gestão de Estoque, Sustentabilidade,Economia Circular, Rentabilidade
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