24/05/2026
Calor recorde desafia supermercados a inovar na eficiência e sustentabilidade
POR Kelly Souza
EM 07/03/2025

Foto: Adobe Stock
O aumento das temperaturas no Brasil impõe desafios significativos ao setor de varejo alimentar. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), 2024 foi o ano mais quente desde 1961, com uma média de 25,02°C, superando em 0,79°C a média histórica de 1991-2020. Esse cenário exige que supermercados e atacarejos adotem medidas eficazes para manter a qualidade dos produtos e a eficiência das compras.
Empresas do setor já estão se movimentando para mitigar os impactos do calor extremo. O GPA, por exemplo, implementou programas de eficiência energética, modernizando sistemas de refrigeração e iluminação. A rede também tem investido na logística verde para reduzir a emissão de CO₂ no transporte de mercadorias. Outra iniciativa relevante da Ambev é que aprimorou seus sistemas de refrigeração e captação de água da chuva em suas operações para reduzir o consumo hídrico.
Para garantir o bom funcionamento das operações diante das altas temperaturas, o varejo alimentar pode investir na modernização de equipamentos, como sistemas de refrigeração de alta eficiência, e na adoção de fontes de energia renovável, como painéis solares. A logística também deve ser adaptada, com monitoramento rigoroso de temperatura no transporte e armazenamento dos produtos. Além disso, iniciativas sustentáveis, como a compostagem de resíduos orgânicos e a reutilização de embalagens, ajudam a reduzir desperdícios e aumentar a eficiência operacional.
A adaptação às mudanças climáticas não é apenas uma necessidade, mas também uma oportunidade de inovação para o setor. Empresas que adotam práticas sustentáveis e otimizam seus processos se tornam mais competitivos, reduzindo custos e fortalecendo sua imagem no mercado.
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Kelly Souza
Editora Assistente








