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Carrefour Brasil assume posição mais cautelosa no atacarejo e reforça desafios do setor

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 25/07/2025

Carrefour_fachada

Foto: Divulgação


Mesmo após sua saída da bolsa, os resultados do Carrefour Brasil no segundo trimestre de 2025 seguem sendo acompanhados por analistas como referência para avaliar o desempenho de concorrentes do setor de atacarejo.


Relatórios de bancos como JPMorgan e Itaú BBA apontam que os números divulgados pela companhia oferecem pistas importantes sobre a dinâmica enfrentada por empresas como Assaí e Grupo Mateus.


Na avaliação do JPMorgan, o ambiente competitivo segue desafiador, com o Carrefour mantendo postura considerada estável em sua estratégia comercial. O banco manteve recomendação neutra para Assaí e Grupo Mateus.


Entre os destaques dos resultados está a desaceleração no crescimento de vendas do Atacadão, que subiu 6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho é inferior aos 10% registrados no primeiro trimestre, mesmo com o impulso sazonal da Páscoa.


Para os analistas, o dado reflete tanto a maior concorrência quanto a base comparativa mais exigente. Apesar da desaceleração no faturamento, o Atacadão conseguiu ampliar sua margem bruta em 30 pontos-base na comparação anual. Esse movimento, segundo o banco, está alinhado à estratégia adotada por diversas empresas do setor, que têm priorizado rentabilidade em vez de crescimento acelerado.


O volume de recebíveis descontados também se manteve estável, o que foi interpretado como sinal de consistência na política de vendas parceladas sem juros.


Outro ponto destacado é a alavancagem ajustada da companhia, que permaneceu em torno de 3,2 vezes pelo critério IAS 17. O número não sofreu variações significativas após a conclusão da reorganização societária do Carrefour e sua saída do mercado acionário.


O Itaú BBA também considerou os resultados do Carrefour relevantes para análise do setor. O banco destacou a mesma expansão de 30 pontos-base na margem bruta do Atacadão, que foi atribuída a uma menor participação do canal B2B no mix de vendas, reforçando o foco na rentabilidade.


A instituição estima que, com crescimento de 6% na receita bruta e poucas inaugurações no trimestre, as vendas nas mesmas lojas (SSS) tenham acompanhado esse ritmo.


Isso representaria uma desaceleração de cerca de 2 a 2,5 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre de 2024, e de aproximadamente 1,5 ponto na comparação com os três primeiros meses de 2025.


Ainda de acordo com o Itaú BBA, esse comportamento pode se refletir nos resultados do Assaí.


O banco lembrou que o segundo trimestre de 2024 havia sido impulsionado por novas condições de parcelamento, como a introdução da possibilidade de dividir compras em três vezes no cartão de crédito, o que elevou temporariamente as vendas do Atacadão.


A expectativa, agora, é de que a diferença entre os desempenhos de Atacadão e Assaí em vendas comparáveis tenda a diminuir nos próximos períodos.


O relatório do Itaú BBA também mencionou um avanço na margem EBITDA do Atacadão, embora inferior ao observado na margem bruta.


Entre os fatores que podem ter limitado essa expansão está o aumento das despesas com pessoal, resultado de dificuldades no processo de contratação e pressão sobre custos trabalhistas, uma tendência já identificada em outros operadores do setor.


Fonte: Infomoney

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TAGS:Negócios,Carrefour, JPMorgan Chase, Itaú BBA, Assaí,Grupo Mateus,Atacadão
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