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IA avança no varejo, mas execução no PDV ainda trava resultados

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 06/03/2026

Maioria já consulta números internos, porém menos da metade dispõe de equipe dedicada à análise

Foto: Adobe Stock


A inteligência artificial já faz parte da rotina de grande parte do varejo brasileiro, mas a transformação dos dados em ações concretas nas lojas ainda avança de forma desigual. Levantamento da empresa Zucchetti Brasil em parceria com a Central do Varejo mostra que 59% das empresas do setor utilizam IA em alguma etapa da operação, embora a aplicação prática no ponto de venda ainda enfrente desafios.

 

Para Núria Nava, diretora de Growth da EVER Trade Marketing, a tecnologia ganhou protagonismo no discurso das empresas, mas nem sempre se traduz em mudanças no cotidiano das lojas. “A maioria das empresas já coleta e organiza dados com eficiência, mas poucas conseguem transformar essa inteligência em ações práticas no ponto de venda. Sem execução, a IA vira só discurso e, no varejo, discurso não fecha caixa”, afirma.

 

Segundo a executiva, quando aplicada de forma estruturada e com governança clara, a tecnologia pode gerar ganhos relevantes para as marcas. Estratégias orientadas por dados têm potencial de triplicar a conversão em loja e elevar em 45% a visibilidade dos produtos, de acordo com informações apresentadas na NRF 2026, considerada a maior feira global do setor.

 

O principal entrave, na avaliação da especialista, está na falta de estrutura para acompanhar e medir os projetos. “Projetos de IA precisam de dono, metas claras, orçamento definido e acompanhamento contínuo. Caso contrário, o que poderia gerar retorno se transforma em custo oculto e risco corporativo”, reforça.

 

O debate também passa pelo papel das equipes que atuam diretamente nas lojas. Para Núria, a tecnologia deve apoiar a operação e não substituir a atuação humana. “A IA é o meio. O fim continua sendo a experiência humana no corredor, a decisão do shopper, a atuação do promotor de vendas que lê o contexto local e adapta a estratégia. A automação amplifica, mas não substitui a inteligência de quem está no campo.”

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TAGS:Tecnologia,Ever Trade Marketing, Inteligência Artificial, Trade Marketing
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