09/07/2026
Layout do armazém pode ser decisivo para a fidelização dos consumidores
POR Reportagem SA+ Conteúdo
EM 25/08/2025

Foto: Divulgação
O layout dos armazéns precisa ser bem projetado, garantindo o aproveitamento total do espaço e o melhor fluxo de abastecimento das lojas. Afinal, o consumidor pode não enxergar o armazém, mas sente seus reflexos: prateleiras abastecidas, maior variedade e entregas dentro do prazo.
Por isso, Giordania Tavares, CEO da Rayflex, empresa nacional de fabricação de portas rápidas no Brasil e na América Latina, entende que: “o layout deixou de ser apenas um detalhe operacional e se tornou estratégico. Ele está diretamente ligado à fidelização e à competitividade das marcas.”
A executiva também conta que o modelo de layout adotado precisa variar conforme a necessidade de cada operação, mas deve atender a requisitos, tais como movimentação de materiais, equipamentos e operadores; estocagem dos itens de maneira correta; capacidade de estoque em dimensão e altura para disposição dos insumos; otimização do fluxo de entrada e saída; e limpeza.
Confira alguns modelos eficientes:
Formato em L: este tipo de design é muito utilizado, pois nele as áreas de docas ficam em cada extremidade do armazém, enquanto o estoque fica concentrado no meio, no local em que ocorre o ângulo de 90º;
Design em I: neste formato o funcionamento é o mais simples, pois em cada ponta ficam os locais de docas e ao centro todo os produtos estocados, permitindo o livre trânsito das mercadorias com a movimentação de colaboradores e máquinas. É recomendado quando o espaço é grande e o volume de produtos também é alto;
Formato em U: devido ao design simples e de fácil replicação pode ser utilizado em qualquer tipo de lugar. O recomendável é alocar as docas lado a lado, nas extremidades do “U”, enquanto o estoque de produtos disposto ao fundo ocupa a maior área do armazém, no semicírculo da letra.
“Quando aliados a recursos tecnológicos, como sistemas de gestão de estoque, endereçamento digital e portas rápidas automáticas, esses modelos asseguram agilidade, segurança e rastreabilidade em toda a cadeia” avalia Giordania. “O último citado, por exemplo, atua na correta vedação e contribui para a agilidade no fluxo de pessoas em cada ambiente, respeitando as particularidades do local e com influência direta no resultado das operações logísticas.”
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