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Preços dos alimentos aceleram: novos fatores explicam a alta

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 16/04/2026

Transporte de alimentos responde por bilhões em perdas e risco sanitário global

foto: divulgação


O grupo de Alimentação e Bebidas subiu de um reajuste de 0,26% em fevereiro para 1,56% em março. Os dados são do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Segundo a pesquisa, um dos destaques foi o tomate, que liderou a alta, com um salto de 20,31%, seguido pela cebola (17,25%) e pela batata-inglesa (12,17%). Em um patamar de reajuste menor, mas ainda significativo, aparecem o leite longa vida (11,74%) e as carnes (1,73%).


Itens como grãos, frutas, legumes, verduras e carnes em geral também ficaram mais caros. Mas o que está por trás desses aumentos?


Segundo o Ipead (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais), as variações acontecem por um conjunto de acontecimentos. 


Entre eles, estão os conflitos no Oriente Médio, que indiretamente já estão influenciando os preços nas gôndolas. Isso ocorre devido à escassez de combustível, elevando os preços em cascata devido ao fato de que no Brasil o transporte viário é predominante.


Somam-se a isso os efeitos climáticos, que influenciam a safra de diversos alimentos, restringindo as quantidades produzidas.


Fonte: Diário do Comércio


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TAGS:Gestão e negócios, Pesquisas, IBGE, Alimentos
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