17/03/2026
Assaí anuncia reestruturação no comando operacional e mudanças na diretoria
POR Reportagem SA+ Conteúdo
EM 17/03/2026

Foto: Divulgação
O Assaí Atacadista comunicou ao mercado e aos seus acionistas uma importante reorganização em sua estrutura diretiva. A mudança central é a saída de Wlamir dos Anjos, atual Vice-Presidente Comercial e de Logística, que deixará suas funções executivas para se dedicar a projetos pessoais.
Wlamir, que integra o time do Assaí desde 2011, foi peça-chave na expansão que consolidou a rede como uma das maiores do atacarejo brasileiro. Para garantir uma transição fluida, o executivo permanecerá na companhia até o dia 30 de abril de 2026, apoiando a transferência de conhecimento e o alinhamento das áreas sob sua gestão.
O Novo Desenho do Comando
Com a saída, o Conselho de Administração aprovou um novo desenho para as lideranças operacionais, apostando em nomes com longa trajetória dentro da casa:
• Anderson Barres Castilho (à direita na foto): Atualmente à frente da Vice-Presidência de Operações, Castilho assumirá, a partir de 1º de maio de 2026, a Vice-Presidência Comercial e de Logística. Com mais de 30 anos de experiência no varejo alimentar e no Assaí desde 2012, ele retorna a uma área na qual já possui histórico de atuação.
• Sergio Ferraz Leite (à esquerda na foto): O atual Diretor de Novos Negócios passará a responder pela Diretoria Executiva de Operações e Novos Negócios (não estatutário). No Assaí desde 2014, Leite acumula 27 anos de experiência no setor e terá o desafio de integrar a expansão de novas frentes de receita com a eficiência operacional das lojas.
Estratégia de Continuidade
Em fato relevante assinado pelo Diretor Presidente e de RI, Belmiro de Figueiredo Gomes, a companhia reforçou que as mudanças ocorrem de forma planejada e dentro de um contexto de continuidade. O objetivo é fortalecer a operação comercial e logística sem alterar as diretrizes estratégicas que vêm norteando o crescimento do Assaí nos últimos anos.
Para o mercado, o movimento é lido como uma sucessão natural, utilizando "prata da casa" para manter a cultura operacional da empresa em um momento de consolidação após as grandes conversões de pontos de venda realizadas recentemente.
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