10/04/2026
Grupo Nova Era fortalece atuação no varejo alimentar com avanço da marca própria
POR Reportagem SA+ Conteúdo
EM 10/04/2026

Foto: Divulgação
O Grupo Nova Era, presente nos estados do Amazonas, Roraima e Rondônia, avança no processo de fortalecimento da sua atuação no varejo alimentar, com a marca Granbon. A iniciativa acompanha uma tendência crescente entre os grandes varejistas do país, que é o lançamento de marcas próprias, oferecendo qualidade, preço competitivo e maior conexão com o consumidor.
Com um portfólio em expansão, a Granbon já contempla itens essenciais da cesta básica, como arroz, feijão, macarrão e temperos, além de categorias complementares, incluindo polpas de fruta, produtos de limpeza e alimentação pet. Entre os próximos passos estão a ampliação do portfólio com categorias estratégicas, como a linha Granbon Baby, além da entrada em novos mercados, como o de biscoitos.
De acordo com o responsável pela gestão de Categorias do Grupo Nova Era, Miguel Aguiar, a expectativa é que a marca represente, nos próximos anos, cerca de 10% do faturamento total da companhia.
Segundo ele, a Granbon nasce de uma leitura atenta das mudanças no comportamento de consumo. “O avanço das marcas próprias no Brasil mostra que existe espaço para produtos com identidade, qualidade e preço competitivo. Para o Grupo Nova Era, isso representa a oportunidade de desenvolver itens pensados para os clientes, fortalecendo o vínculo com o consumidor e oferecendo soluções mais aderentes ao seu dia a dia”, afirma.
Aguiar ressalta que incluir a Granbon nas prateleiras não se trata de substituir grandes marcas, mas de ampliar o leque de escolha do consumidor com uma opção que combine custo-benefício e padrão de qualidade. “Queremos que o cliente escolha Granbon, porque reconhece valor no produto”, destaca.
Uma das estratégias da empresa é a aposta na parceria com a cadeia produtiva regional. A Granbon conta com fornecedores da região Norte, além de parceiros nacionais e internacionais, o que contribui tanto para a eficiência logística quanto para o fortalecimento da economia local.
“Priorizamos categorias conectadas à regionalidade e à produção já existente na região, como no caso das farinhas, estimulando a indústria local, a geração de empregos e a circulação de valor dentro do próprio ecossistema regional”, acrescenta.
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