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05/03/2026
Marcas premium e sem álcool puxam crescimento das cervejas da Ambev em 2025
POR Reportagem SA+ Conteúdo
EM 05/03/2026

Foto: Divulgação
Dois grandes destaques dos resultados da Ambev no Brasil em 2025 foram as marcas premium e as cervejas sem álcool. O primeiro cresceu 17% em volume, enquanto o segundo 30%. O conjunto voltado para saudabilidade, que combina as sem álcool com as versões sem glúten e de baixa caloria, registrou expansão ainda mais significativa com 67%.
Dentro do portfólio associado ao consumo equilibrado, a Stella Artois Pure Gold, versão sem glúten, foi o destaque com crescimento de 150% frente a 2024. A Michelob Ultra, posicionada como cerveja de baixo teor calórico e alcoólico, registrou avanço de 85% no período.
Segundo a companhia, o objetivo é expandir o portfólio voltado à moderação e ao consumo consciente, acompanhando a crescente demanda por bebidas que se conectem a estilos de vida mais equilibrados sem abrir mão da experiência de consumo da cerveja.
Por outro lado, o volume do segmento core caiu, principalmente por conta de condições climáticas adversas, fazendo com que o resultado da categoria como um todo apresentasse uma redução de 4,5% no período.
A receita líquida se manteve estável e o Ebitda ajustado ficou em R$ 14 bi, cerca de 2% a mais do que no ano anterior. Já o lucro operacional das cervejas foi de R$ 10,3 bi, com aumento de 3,5% vs 2024.
Bebidas não alcoólicas são impulsionados pelas versões sem açúcar
A Ambev também opera marcas de bebidas não alcoólicas como o Guaraná e a Pepsi. Esse segmento apresentou alta de 5% na receita líquida, enquanto o Ebitda avançou 3,6% ficando em R$ 2,5 bi. O lucro operacional foi de R$ 2,1 bi.
O destaque desse segmento foram as bebidas sem açúcar, como Guaraná Antarctica Zero e Pepsi Black, que cresceram 30% em volume. Porém a categoria como um todo teve queda de 3,1% em volume.
No consolidado, Ambev apresenta queda de 4,1% no volume
No consolidado, a empresa apresentou um avanço de quase 1% na receita líquida em 2025, com um total de R$ 49 bi. O volume diminuiu 4,1%, enquanto o lucro operacional foi de R$ 12,5 bi, cerca de 3,6% a mais do que em 2024. O Ebitda também apresentou avanço com R$ 16,6 bilhões, aumento de 2,1%.
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