Por que o crescimento da renda não está gerando aumento real de consumo?SA+ Ecossistema de Varejo

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Mirando o público jovem, Cepêra aposta em linha com a Chilli Beans para diversificar portfólio

20/05/2026

NEWSLETTER

Por que o crescimento da renda não está gerando aumento real de consumo?SA+ Ecossistema de Varejo


SA+

SA+ Aconselhamento

SA+ Educação

SA+ Trade

SA+ Internacional

SA+ Tech

SA+ Relacionamento

SA+ Conteúdo

SA+ Inteligência

SA+ Branded Content

Voltar para a página inicial

Home

Acesse todas as notícias

Notícias

Navegue pelas categorias do Solução Sortimento

Solução Sortimento

Acesse nossa seção Prateleira

Prateleiras

Navegue por todas as edições

Revistas

ComprasConjunturaEconomia Consumo

Por que o crescimento da renda não está gerando aumento real de consumo?

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 02/04/2026

Consumo descasado


Dados do Banco Central indicam que a renda bruta disponível das famílias subiu 4,8% em 2025, já descontada a inflação. Em contrapartida, o consumo medido pelo PIB (Produto Interno Bruto) subiu 1,3% no ano passado. E é possível ir além: levantamento da Scanntech identificou que houve retração de 2,1% no número de unidades comercializadas no varejo alimentar no período, com uma alta nominal de 4,1% em faturamento. Deflacionado, a variação em valor apresenta retração de 2%.

A SA+ fez um levantamento em diversas fontes para identificar hipóteses que expliquem esse descasamento. É importante frisar que a análise se baseia no comportamento de “massa”, sem entrar em segmentos específicos. As principais razões identificadas foram:
  • Boa parte do crescimento tem vindo do rendimento das pessoas já empregadas e está atrelado a correções sobre a inflação passada, o que tende a gerar altas reais menores


  • A maior parte dos postos de trabalho se concentra em cargos de menor especialização, nos quais os salários ficam abaixo da média


  • O endividamento das famílias é outro fator que pesa, dispersando o dinheiro que poderia ser destinado ao consumo


  • A “canalização” de boa parte da renda para os sites de apostas – as bets – acaba interferindo na renda destinada às compras varejo alimentar


  • Embora a inflação tenha arrefecido, os preços permanecem em patamares elevados, o que faz o consumidor ser mais seletivo em suas escolhas de compras


  • Existe ainda uma concorrência com outros bens e serviços mais associados a bem-estar, prazer e indulgência, como viagens e comemorações especiais


Tudo isso aumenta o desafio para o setor, impondo cada vez mais o uso de dados internos e externos para o acompanhamento das mudanças no comportamento dos clientes.


COMPARTILHAR
TAGS:Compras,Conjuntura,Economia, Consumo
COMPARTILHAR:

Ícone Notícias relacionadas

Vendas no varejo alimentar aumentam 1,7% em outubroconsumo

Varejo alimentar avança 1,9% em abril e sustenta consumo essencial

Leão e PhisaliaLeão

Indústria: Phisalia e Leão superam projeções e sinalizam força do consumo em 2026

Adobe Stock - FLVPesquisa

Alta relevância do preço e volume abaixo de 1% revelam nova dinâmica na compra de alimentos e bebidas

GeminiVarejo

Copa de 2026 deve elevar faturamento do varejo em 4,7% e impulsionar vendas de última hora

Comentários

Ícone Envie seu comentário

Ícone Siga-nos

Logo SACONTATO@SAMAIS.COM.BR
instagramfacebook4linkedin
Logo Cinva

© Somos uma marca do CINVA (CENTRO DE INTELIGENCIA E NEGOCIOS DO VAREJO - CINVA LTDA). © 2023 SA+ Ecossistema de Varejo. Todos os direitos Reservados