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Varejo de proximidade lidera aberturas e acelera adoção de tecnologia

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 29/01/2026

AdobeStock mercado autônomo

Foto: Adobe Stock


O varejo de proximidade concentrou mais de 50% das aberturas do setor supermercadista em 2024, segundo dados da APAS. O avanço do formato está associado à busca do consumidor por conveniência, acesso rápido e soluções integradas à rotina.


Para 2026, a expectativa é de aceleração no uso de tecnologias baseadas em dados, eventos e inteligência artificial, especialmente em mercados autônomos.


Segundo o cofundador e CEO da InHouse Market, Leonardo de Ana, as perdas nesse modelo variam hoje entre 3% e 5%, concentradas principalmente em furtos, além de vencimentos e avarias.


“Com o avanço do monitoramento inteligente, o cenário muda. Sistemas passam a acompanhar toda a jornada do consumidor dentro da loja, da entrada ao pagamento, transformando cada interação em um evento analisável, como a abertura de geladeiras, retirada e devolução de produtos, alteração de quantidades no carrinho e a conclusão ou não da compra”, explica.


Esses eventos são classificados por algoritmos de inteligência artificial, com níveis de risco e alertas em tempo real, permitindo atuação preventiva e maior controle das perdas. Em estágios mais avançados, a tecnologia pode viabilizar o pré-débito automático de produtos identificados como não pagos, desde que o consumidor tenha um cartão previamente cadastrado.


Outro eixo de desenvolvimento é a personalização da experiência de compra. A 4ª edição da pesquisa Panorama da Fidelização no Brasil, do Tudo Sobre Incentivos (TSI) em parceria com a ABEMF, aponta que 78,3% dos consumidores consideram ofertas e comunicações personalizadas decisivas para manter o vínculo com uma marca.


“Quando a gente olha para esses dados, fica claro que não dá mais para trabalhar com ofertas genéricas. No varejo de proximidade, a personalização aumenta engajamento, recorrência e faz o cliente voltar porque sente que a experiência foi pensada para ele”, afirma Leonardo.


Segundo o executivo, tecnologias como reconhecimento facial permitem identificar o consumidor na entrada da loja e cruzar dados de comportamento e perfil, viabilizando ofertas em tempo real e ações de cross-sell e up-sell. Além das vendas, o uso de dados orienta decisões como ajuste de sortimento e introdução de novos produtos.


A expansão do formato também avança para além dos condomínios residenciais. Embora esses locais ainda concentrem entre 90% e 95% das unidades, cresce a presença em ambientes corporativos, academias e hotéis. Esse segmento já se aproxima de 10% do total e pode chegar a 30% nos próximos anos.


“A retomada do trabalho presencial, o aumento da frequência em academias e a normalização das viagens no pós-pandemia impulsionam essa expansão”, revela.


A partir de 2026, o setor deve passar por um movimento mais intenso de consolidação, com fusões e aquisições entre operadores, empresas de tecnologia e redes varejistas, com foco em escala, cobertura geográfica e investimentos em inovação.

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TAGS:Expansão, Varejo de Proximidade, Minimercado autônomo
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