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El Niño e ajuste de safra devem elevar custo da alimentação

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 30/01/2026

Adobe Stock Hortifruti

Foto: Adobe Stock


O custo da alimentação no domicílio deve apresentar aceleração em 2026, após um ano de inflação mais contida. Projeções de instituições econômicas indicam que fatores climáticos e ajustes na oferta agrícola devem pressionar os preços ao longo do próximo ano.


Estimativas da 4intelligence apontam impacto de 0,76 p.p. do fenômeno El Niño sobre a inflação de alimentos em 2026, acima do efeito observado em 2025. A avaliação considera que o aquecimento das águas do Pacífico tende a provocar efeitos desiguais no território brasileiro, com alterações no regime de chuvas e temperaturas que afetam a produção agrícola.


Esse cenário pode resultar em atrasos ou perdas na safra de grãos, além de impactos indiretos sobre cadeias dependentes, como carnes, leite e derivados.


A produção de alimentos in natura, como frutas, legumes e hortaliças, também pode ser afetada. Relatórios da XP indicam que o início de 2026 ainda deve se beneficiar das condições climáticas observadas em 2025, mas que a partir do segundo semestre há maior probabilidade de pressões sobre os preços, caso o El Niño se confirme.


As projeções apontam inflação ao redor de 4,5% para a alimentação em casa no ano, acima do resultado de 2025, quando o índice ficou em 1,4%.


Entre os itens com expectativa de alta estão frutas, hortaliças, verduras e tubérculos, após um período de preços mais baixos. No caso do arroz e do feijão, a tendência é de recomposição gradual dos preços, após quedas expressivas em 2025 que desestimularam o plantio.


As carnes também devem apresentar aceleração de preços em 2026, em função da inversão do ciclo pecuário e da menor oferta doméstica. A expectativa é de que aves e ovos também registrem altas, diante do efeito de substituição no consumo.


Apesar de a inflação projetada para alimentos permanecer abaixo de patamares observados durante a pandemia, economistas alertam que os preços ainda se mantêm elevados em termos absolutos, o que limita a recuperação do poder de compra das famílias.


Fonte: Valor


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TAGS:Consumo, Pesquisa, Hortifrútis
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