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26/03/2026
O problema nem sempre é falta de ação na loja, mas sim excesso de decisão antiga parada na gôndola
POR Eduardo Jaime
EM 26/03/2026

Foto: Divulgação
Quando foi a última vez que você mexeu de verdade no planograma? A resposta diz muito sobre o nível de maturidade do seu trade. E não estou falando de ajuste fino. Estou falando de questionar a lógica por trás do plano. Porque, na prática, muita gôndola hoje ainda carrega decisões que já perderam validade, mas continuam ali, ocupando espaço e travando venda.
E aí compensa onde? Na promoção. No desconto e na pressão por volume. Só que isso não resolve a causa. Só disfarça. E ainda traz outro efeito: corrói margem.
Planograma bom não é desenho de gôndola, é uma decisão comercial materializada na loja. Mas decisão que não é revisitada vira custo recorrente, difícil de enxergar no DRE. É aqui que um bom trade separa operação de estratégia.
Não faz mais sentido:
- Discutir espaço sem discutir performance
- Defender posição sem olhar sell-out
- Sustentar o que não entrega resultado
Quando varejo e indústria passam a olhar juntos para o comportamento do shopper, o planograma evolui. Sai a defesa de interesse isolado e entra leitura conjunta do negócio.
E quem ainda opera na lógica de “manter o combinado” segue defendendo espaço. Enquanto quem avançou começa a perguntar: “isso aqui ainda se paga dentro da categoria?”
Trade maduro é isso:
- Não executa planograma
- Questiona. Testa. Ajusta
- Evolui a exposição com base no que realmente gira
- Transforma o planograma em um ativo de resultado não em um acordo congelado
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