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29/01/2026
Empresa divulga projeções dos resultados do Assaí, Grupo Mateus e GPA no 4T25
POR Reportagem SA+ Conteúdo
EM 26/01/2026

Foto: Divulgação
A temporada de divulgação de resultados do 4º trimestre de 2025 (4T25) tem início previsto para fevereiro e deve evidenciar desempenhos distintos entre os segmentos do varejo brasileiro. No ramo alimentar, a UBS BB indica um cenário de pressão sobre as vendas, com impacto nos resultados de grandes redes do setor. Confira os detalhes abaixo:
Assaí
Para o Assaí, a projeção considera um crescimento de 1,2% nas vendas nas mesmas lojas, com alta de 3,2% na receita líquida em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 20,8 bilhões.
A margem bruta é estimada em 17,2%, com expansão de 0,2 p.p., influenciada pela maior participação de serviços de maior margem e pela maturação das conversões de lojas adquiridas do Extra.
A margem Ebitda ajustada antes do IFRS 16 é projetada em 6,5%, com avanço de 0,1 ponto percentual na comparação anual, refletindo uma alavancagem operacional limitada. O Ebitda ajustado pré-IFRS 16 é estimado em R$ 1,35 bilhão, enquanto o Ebitda ajustado pós-IFRS 16 deve atingir R$ 1,7 bilhão, crescimento de 5,3% em relação ao ano anterior.
O lucro líquido pré-IFRS 16 é estimado em R$ 370 milhões e o pós-IFRS 16 em R$ 328 milhões, com impacto positivo do reconhecimento de R$ 140 milhões em incentivos fiscais (IOC).
Grupo Mateus
No Grupo Mateus, as estimativas apontam desaceleração no crescimento da receita, com alta de 7,4% na comparação anual, desconsiderando a operação do Novo Atacarejo. O desempenho reflete a retração nas vendas nas mesmas lojas do formato atacarejo, estimada em 2,8%.
Considerando a consolidação do Novo Atacarejo, a receita total é projetada em R$ 10,9 bilhões. A margem Ebitda ajustada pós-IFRS 16 é estimada em 7,7%, queda de 0,7 ponto percentual em relação ao quarto trimestre de 2024, com Ebitda de R$ 837 milhões.
Já a margem Ebitda ajustada pré-IFRS 16 deve recuar para 6,4%, com Ebitda de R$ 693 milhões. O lucro líquido consolidado é estimado em R$ 408 milhões, ou R$ 387 milhões quando excluída a participação de minoritários.
GPA
No GPA, a expectativa é de desaceleração no crescimento das vendas nas mesmas lojas, com avanço estimado em 2,5%, ante 4,1% registrados no 3º trimestre de 2025. A receita consolidada do Grupo deve permanecer estável em R$ 5,6 bilhões, pressionada pela descontinuação das receitas associadas ao programa Aliados.
Por bandeira, as projeções indicam crescimento de 2,0% no Pão de Açúcar, 3,2% no Extra e 2,5% nas lojas de proximidade.
A margem bruta é projetada em 27,5%, com expansão de 0,3 ponto percentual, enquanto a margem Ebitda ajustada pós-IFRS 16 deve atingir 9,8%, também com avanço de 0,3 ponto percentual, apoiada por iniciativas de redução de custos.
Apesar da melhora operacional, os custos elevados de aluguel e as despesas financeiras seguem impactando o resultado final. Com isso, a expectativa é de prejuízo líquido de R$ 187 milhões no período.
Fonte: InfoMoney
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