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Uso das canetas emagrecedoras reduzem em mais de 8% os gastos de famílias de alta renda nos supermercados

POR Reportagem SA+ Conteúdo

EM 13/05/2026

Proteina Supermercado

Foto: Adobe Stock


Os gastos destinados aos supermercados é impactado pelo aumento no uso das canetas emagrecedoras. Quem indica é a pesquisa realizada pela Cornell University nos EUA, durante seis meses. Para se ter uma ideia, os gastos com supermercados caíram em média 5,3% após o uso do medicamento. Entre as famílias de alta renda o percentual é ainda mais expressivo, acima dos 8%.


O estudo também apontou redução de aproximadamente 8% nos gastos com fast-food, cafeterias e restaurantes de serviço rápido. Em contrapartida, categorias como iogurtes, frutas frescas, barras nutricionais e snacks de carne registraram crescimento, indicando uma mudança nas escolhas alimentares em direção a produtos associados à saúde e ao bem-estar

No Brasil, o debate sobre as chamadas canetas emagrecedoras ganhou força em 2025. O uso desses medicamentos cresceu cerca de 88% no país ao longo do último ano, movimentando aproximadamente R$ 10 bilhões no período.

O avanço desse comportamento já gera impactos para a indústria de alimentos, o foodservice e o varejo alimentar, especialmente diante de consumidores que passam a priorizar porções menores, produtos mais nutritivos e itens ricos em proteínas e fibras.


Dados do Ministério da Saúde mostram que, entre 2006 e 2024, o índice de obesidade no Brasil cresceu cerca de 118%, ampliando a demanda por produtos voltados à saúde e ao controle alimentar.


Segundo o relatório Voz do Consumidor 2025, da PwC, 79% dos brasileiros demonstram preocupação com alimentos ultraprocessados. Além disso, a maioria dos consumidores defende produtos com maior valor nutricional, menos calorias e soluções mais alinhadas às novas necessidades de consumo.


Os dados ressaltam que a pressão não está apenas no volume consumido, mas na composição dos produtos oferecidos.  


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TAGS:Pesquisas,Canetas emagrecedoras,GLP-1
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